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PI News > Piauí > Justiça decreta prisão preventiva do advogado Jefferson Moura por morte de cabo do Exército em Picos
PiauíPicosPolícia

Justiça decreta prisão preventiva do advogado Jefferson Moura por morte de cabo do Exército em Picos

PI News
Ultima atualização: 2021/08/03 at 7:29 PM
Por PI News
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Foto: Reprodução
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A juíza Nilcimar Rodrigues, da 5ª Vara da Comarca, decretou a prisão preventiva do advogado Jefferson Moura Costa pelo homicídio do cabo do Exército Arione de Moura Lima, ocorrido no dia 25 de abril de 2010, no município de Picos, Sul do Piauí. A decisão saiu na tarde desta terça-feira (3) após pedido do Ministério Público.

Arione de Moura Lima tinha apenas 22 anos quando foi assassinado no dia 25 de abril de 2010, por volta das 19h45, com um tiro no tórax. O advogado Jefferson Moura foi denunciado à Justiça pelo crime, chegou a ficar preso por alguns dias, mas logo foi solto e desde então nunca foi julgado.

No dia 30 de julho deste ano, o Ministério Público do Piauí ingressou na Justiça com um pedido de prisão preventiva do advogado em relação ao assassinato do cabo do Exército. A juíza afirmou na decisão que são fortes os indícios contra Jefferson Moura.

“Os indícios de autoria são fortes e recaem em desfavor do acusado, tanto pelo que foi relatado nos depoimentos prestados pelas testemunhas ouvidas em sede de inquérito policial e em juízo, quanto pelo interrogatório do acusado”, destacou a juíza.

A juíza Nilcimar Rodrigues ainda destacou que contra o advogado já existe outro mandado de prisão preventiva, dessa vez pelo crime de estupro na cidade de Teresina. Ela disse que a prisão é necessária para a garantia da ordem pública.

“A reiteração delituosa do acusado demonstra sua predisposição para a prática de crimes de diferentes naturezas, em especial aqueles considerados de gravidade mais acentuada, ditos como hediondos, cuja reprovabilidade legal e social exige das autoridades atuação especial e efetiva, com vistas a afastar, mesmo que de maneira cautelar, a reiteração desses crimes ou de outros por aquele que teve sua liberdade restituída no curso do processo, como é o caso do ora representado, mas demonstrou que esta condição põe em risco bens e direitos sensíveis ao meio social”, pontuou.

Para o advogado do acusado, Lucas Ribeiro, a prisão preventiva de Jefferson Moura foi decretada de forma desnecessária e desrazoável. Segundo ele, o réu não traz risco ao processo que justifique a decisão.

“Como medida cautelar, a prisão preventiva além ter que preencher todos os requisitos objetivos, subjetivos que a lei determina, é necessário que o magistrado no corpo da sua decisão justifique a necessidade daquela cautelar. Nesse caso em específico, trata-se de uma situação que ocorreu há 10 anos atrás, o que justifica o decreto da prisão preventiva agora? O réu está identificado no processo, possui residência fixa, trabalho fixo, não pertence a nenhum tipo de organização criminosa. Qual o risco que ele causa para o processo?”, declarou.

O advogado Jefferson Moura da Costa foi indiciado pelo estupro e cárcere privado da faxineira de 29 anos, que pulou da sacada de um apartamento para fugir do agressor. Ele encontra-se preso na Penitenciária Irmão Guido, em Teresina, mas a defesa do advogado entrou com o pedido para que o suspeito seja transferido de presídio ou tenha prisão domiciliar.

Família aguarda justiça

Cabo do exército Arione Lima — Foto: Arquivo Pessoal

Há 11 anos, a família de Arione Lima espera pelo julgamento do advogado. Com a recente prisão do advogado pelo crime de estupro, além das denúncias de importunação sexual de mais quatro mulheres, os familiares do cabo espera que o acusado pelo homicídio vá a julgamento.

Um familiar de Arione Lima, que preferiu não se identificar, explicou ao G1 como o crime ocorreu. Ele informou que o advogado era amigo da família, chegava a frequentar na casa da vítima, pois era próximo do pai de Arione. Uma briga entre o pai da vítima e o advogado teria motivado o crime.

“O pai do Arione e o Jefferson eram muito próximos, até que tiveram uma discussão em um bar e alguns dias depois aconteceu o crime. O Arione chegou em casa, estacionou a moto e foi conversar com uns amigos que estavam na rua, próximo à casa dos pais. O Jefferson estava passando de carro no local, estacionou o veículo e chamou o Arione, que foi até ele. As testemunhas disseram que o Arione chegou a colocar o braço no capô do carro. Aí ele [Jefferson] sacou a arma e deu um tiro”, afirmou.

A vítima chegou a correr para tentar entrar em casa, mas não conseguiu e caiu em um terreno baldio localizado ao lado da residência. Logo após o crime, o suspeito fugiu e somente se entregou alguns dias depois, quando já tinha passado o flagrante.

Com medo do advogado, logo após o crime a família foi embora de Picos.

Fonte: G1 PI

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PI News 3 de agosto de 2021
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