{"id":12864,"date":"2020-09-02T18:38:00","date_gmt":"2020-09-02T21:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/pinews.com.br\/?p=12864"},"modified":"2020-09-02T18:38:00","modified_gmt":"2020-09-02T21:38:00","slug":"conheca-os-elementos-de-seguranca-da-nova-cedula-de-r-200","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/2020\/09\/02\/conheca-os-elementos-de-seguranca-da-nova-cedula-de-r-200\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a os elementos de seguran\u00e7a da nova c\u00e9dula de R$ 200"},"content":{"rendered":"\n<p>&nbsp;A nova nota de R$ 200 entrou oficialmente em circula\u00e7\u00e3o nesta quarta-feira (2). O Banco Central divulgou imagens da c\u00e9dula, que traz o lobo-guar\u00e1 como personagem.<\/p>\n\n\n\n<p>As cores da nova c\u00e9dula s\u00e3o cinza e s\u00e9pia e ela tem 142 por 65 mil\u00edmetros, exatamente o mesmo tamanho da nota de R$ 20. O custo de aquisi\u00e7\u00e3o para o BC \u00e9 de R$ 325 a cada mil unidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2001, o BC fez uma enquete com a popula\u00e7\u00e3o com uma lista de animais em extin\u00e7\u00e3o para que elas escolhessem qual elas gostariam de ver estampados nas c\u00e9dulas. Em primeiro lugar ficou a tartaruga-marinha, que est\u00e1 na nota de R$ 2, em segundo, o mico-le\u00e3o dourado, que foi para a de R$ 20, e em terceiro lugar ficou o lobo-guar\u00e1, que agora estampar\u00e1 a nota de R$ 200.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confira os elementos de seguran\u00e7a da nova c\u00e9dula:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Microtexto<\/strong><br>Com uma lente de aumento, \u00e9 poss\u00edvel ver o valor da nota impresso em tamanho muito pequeno em v\u00e1rias \u00e1reas. Por exemplo, em torno do lobo-guar\u00e1, e dentro do numeral (no verso).<br><strong>N\u00famero escondido<\/strong><br>Ao colocar a nota \u00e0 altura dos olhos, na posi\u00e7\u00e3o horizontal e em local bastante iluminado, v\u00ea-se o n\u00famero 200 aparecer pr\u00f3ximo \u00e0 parte de tr\u00e1s ef\u00edgie.<br><strong>Fio de seguran\u00e7a<\/strong><br>Ao colocar a nota contra a luz, fica vis\u00edvel, pr\u00f3ximo ao meio da nota, um fio escuro sem inscri\u00e7\u00f5es.<br><strong>Quebra-cabe\u00e7a<\/strong><br>Ao colocar a nota contra a luz, \u00e9 poss\u00edvel ver que as partes do desenho do verso completam as da frente, formando o n\u00famero 200.<br><strong>N\u00famero que muda de cor<\/strong><br>Ao movimentar a nota, \u00e9 poss\u00edvel ver que o n\u00famero 200 muda de azul para verde. Uma faixa brilhante parece rolar pelo n\u00famero.<br><strong>Marca-d\u00b4\u00e1gua<\/strong><br>Contra a luz, v\u00ea-se, na \u00e1rea mais clara da c\u00e9dula, a figura de um lobo-guar\u00e1 e o n\u00famero 200, em tons que variam do claro ao escuro.<br><strong>Elementos fluorescentes<\/strong><br>Sob luz ultravioleta, \u00e9 poss\u00edvel ver que o n\u00famero 200 aparece na frente, um pouco acima do valor de face. Al\u00e9m disso, a numera\u00e7\u00e3o vermelha do verso fica amarela e pequenos fios se tornam vis\u00edveis em vermelho, azul claro e azul escuro.<br><strong>Alto-relevo<\/strong><br>Pelo tato, sente-se o relevo em algumas \u00e1reas da nota, como nas legendas &#8220;REP\u00daBLICA FEDERATIVA DO BRASIL&#8221;, nos numerais que indicam do valor de face, nas laterais da frente da c\u00e9dula, na faixa vertical de folhas, flores e frutos, na marca t\u00e1til e na ef\u00edgie da Rep\u00fablica (frente) e lobo-guar\u00e1 (verso).<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Fonte: Folhapress <\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;A nova nota de R$ 200 entrou oficialmente em circula\u00e7\u00e3o nesta quarta-feira (2). O Banco Central divulgou imagens da c\u00e9dula, que traz o lobo-guar\u00e1 como personagem. As cores da nova c\u00e9dula s\u00e3o cinza e s\u00e9pia e ela tem 142 por 65 mil\u00edmetros, exatamente o mesmo tamanho da nota de R$ 20. O custo de aquisi\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12865,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"beyondwords_generate_audio":"","beyondwords_project_id":"","beyondwords_podcast_id":"","beyondwords_hash":"","beyondwords_error_message":"","beyondwords_disabled":"","publish_post_to_speechkit":"","speechkit_generate_audio":"","speechkit_project_id":"","speechkit_podcast_id":"","speechkit_hash":"","speechkit_error_message":"","speechkit_disabled":"","speechkit_access_key":"","speechkit_error":"","speechkit_info":"","speechkit_response":"","speechkit_retries":"","_speechkit_link":"","_speechkit_text":""},"categories":[134],"tags":[5078,5039],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12864"}],"collection":[{"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12864"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12864\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12864"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12864"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12864"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}