{"id":29424,"date":"2021-12-16T11:34:19","date_gmt":"2021-12-16T14:34:19","guid":{"rendered":"https:\/\/pinews.com.br\/?p=29424"},"modified":"2021-12-16T11:34:19","modified_gmt":"2021-12-16T14:34:19","slug":"casos-de-chikungunya-disparam-e-acendem-alerta-de-nova-epidemia-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pinews.com.br\/index.php\/2021\/12\/16\/casos-de-chikungunya-disparam-e-acendem-alerta-de-nova-epidemia-no-brasil\/","title":{"rendered":"Casos de Chikungunya disparam e acendem alerta de nova epidemia no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>De acordo com o \u00faltimo boletim epidemiol\u00f3gico publicado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, os casos de chikungunya aumentaram 31% no Brasil na compara\u00e7\u00e3o entre 2020 e 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o dia 4 de dezembro deste ano, foram registrados 93,4 mil casos prov\u00e1veis da doen\u00e7a, causada por um v\u00edrus e transmitida pela picada do mosquito&nbsp;<em>Aedes aegypti<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>A regi\u00e3o Nordeste segue como a mais afetada, com uma incid\u00eancia de 111,7 casos a cada 100 mil habitantes. Mas chama a aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m o aumento de afetados em outras partes do pa\u00eds, como o Sudeste, que reportou 29,1 casos por 100 mil indiv\u00edduos.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>S\u00f3 em S\u00e3o Paulo, o n\u00famero de afetados por chikungunya saltou de 281 em 2020 para 18,2 mil em 2021, o que representa um aumento de mais de 6.000%.<\/p>\n\n\n\n<p>A t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o, as outras duas enfermidades que tamb\u00e9m dependem da a\u00e7\u00e3o deste mesmo mosquito tiveram uma queda:&nbsp;o n\u00famero de pacientes com dengue caiu 45,7%, enquanto o de&nbsp;zika se reduziu em 15,4% no mesmo per\u00edodo&nbsp;analisado.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as poss\u00edveis explica\u00e7\u00f5es para essa diferen\u00e7a, especialistas ouvidos pela BBC News Brasil destacam&nbsp;a forma menos intensa de como a chikungunya se espalhou pelo territ\u00f3rio brasileiro&nbsp;desde que foi introduzida por aqui, em 2014, al\u00e9m da enorme quantidade de pessoas suscet\u00edveis em v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles tamb\u00e9m temem que a chegada do ver\u00e3o e de dias mais quentes representem uma eleva\u00e7\u00e3o ainda maior nos casos da doen\u00e7a ao longo das pr\u00f3ximas semanas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>&#8220;Os v\u00edrus transmitidos pelo&nbsp;<em>Aedes<\/em>&nbsp;t\u00eam uma caracter\u00edstica sazonal, e h\u00e1 um aumento na frequ\u00eancia de casos no per\u00edodo das chuvas e do calor, que costuma propiciar um ambiente favor\u00e1vel \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o desses mosquitos&#8221;, explica a m\u00e9dica Melissa Falc\u00e3o, da Sociedade Brasileira de Infectologia.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>&#8220;Esperamos, portanto, um aumento de casos de chikungunya para os pr\u00f3ximos meses&#8221;, completa.<\/p>\n\n\n\n<h2>Uma doen\u00e7a onde as sequelas s\u00e3o regra, n\u00e3o exce\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Os m\u00e9dicos costumam dividir a chikungunya em tr\u00eas fases.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira \u00e9 a aguda, que dura at\u00e9 dez dias e costuma ser marcada por febre, fadiga e dores no corpo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia, vem a fase subaguda, que se estende por at\u00e9 tr\u00eas meses. Nela, a febre deixa de ser uma preocupa\u00e7\u00e3o, mas as dores podem se intensificar e atingir principalmente as articula\u00e7\u00f5es das m\u00e3os, dos p\u00e9s, dos tornozelos e dos joelhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, mais da metade dos acometidos progride para a fase cr\u00f4nica, que tamb\u00e9m \u00e9 marcada pelos inc\u00f4modos nas juntas do corpo.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>&#8220;Pesquisas feitas na&nbsp;<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/india\/\">\u00cdndia<\/a>, que tamb\u00e9m apresenta muitos casos de chikungunya, mostram que essa fase cr\u00f4nica pode persistir em alguns pacientes por at\u00e9 cinco anos&#8221;, calcula o virologista R\u00f4mulo Neris, doutor em imunologia e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/educacao\/universidade\/ufrj\/\">UFRJ<\/a>).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>E isso, claro, representa um tormento para os pr\u00f3prios indiv\u00edduos e para todo o sistema de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Durante os surtos, o impacto da chikungunya \u00e9 muito grande. As unidades ficam superlotadas, com aumento da demanda de atendimento em mais de 100% nas unidades de pronto-atendimento&#8221;, relata Falc\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>&#8220;E uma epidemia de chikungunya agora pode ter impactos ainda mais negativos, pois estamos com os profissionais de sa\u00fade saturados pelo trabalho extenuante da pandemia de Covid-19&#8221;, acrescenta.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Como voc\u00ea deve ter percebido nos \u00faltimos par\u00e1grafos, a dor \u00e9 a principal complica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. O pr\u00f3prio nome dela, ali\u00e1s, vem do maconde, uma das l\u00ednguas faladas na <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/tanzania\/\">Tanz\u00e2nia<\/a>, onde a primeira epidemia foi registrada no ano de 1953.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>Neste idioma, a palavra chikungunya remete a &#8220;contorcer-se&#8221; ou &#8220;dobrar-se&#8221;, numa refer\u00eancia direta aos fortes inc\u00f4modos que afetam as articula\u00e7\u00f5es e os m\u00fasculos e fazem os pacientes ficarem encolhidos e prostrados.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>E, apesar de a enfermidade ser conhecida h\u00e1 algumas d\u00e9cadas, ainda n\u00e3o se conhecem todos os mecanismos por tr\u00e1s de tanta dor meses ou at\u00e9 anos ap\u00f3s a invas\u00e3o viral.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Em alguns indiv\u00edduos, at\u00e9 encontramos uma infec\u00e7\u00e3o residual no tecido que envolve as articula\u00e7\u00f5es. Em outros, n\u00e3o observamos mais nenhum v\u00edrus&#8221;, conta Neris.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 poss\u00edvel que esse quadro tenha algo a ver com a resposta do sistema imunol\u00f3gico do paciente, que acaba ficando desregulado e prejudica o pr\u00f3prio corpo&#8221;, especula o especialista.<\/p>\n\n\n\n<h2>Mas o que explica esse novo aumento agora?<\/h2>\n\n\n\n<p>Moradora de Feira de Santana, na Bahia, a infectologista Melissa Falc\u00e3o acompanhou de perto a primeira onda de chikungunya que varreu boa parte do pa\u00eds a partir de 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esse v\u00edrus foi introduzido no Brasil de forma simult\u00e2nea em duas cidades: Feira de Santana (BA) e Oiapoque, no Amap\u00e1&#8221;, lembra.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2016 e 2017, grandes surtos de chikungunya foram registrados em Pernambuco, Para\u00edba e Cear\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>&#8220;Mas, diferentemente do que observamos com dengue e zika, a difus\u00e3o dessa terceira doen\u00e7a pelo pa\u00eds ocorreu de maneira heterog\u00eanea. Ela se espalhou rapidamente pelo Nordeste, mas teve uma dissemina\u00e7\u00e3o mais lenta do que o esperado nas outras regi\u00f5es&#8221;, analisa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Falc\u00e3o lembra que o Brasil experimentou uma forte epidemia de dengue entre 2015 e 2019, o que faz com que muita gente tenha uma imunidade alta contra essa mol\u00e9stia agora. Algo parecido tamb\u00e9m aconteceu com o zika: o espalhamento muito r\u00e1pido e amplo da doen\u00e7a pelo pa\u00eds a partir de 2015 reduziu o n\u00famero de suscet\u00edveis mais recentemente.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista da m\u00e9dica, essa diferen\u00e7a nos cen\u00e1rios epidemiol\u00f3gicos ajuda a entender por que as duas doen\u00e7as (zika e dengue) passaram por uma redu\u00e7\u00e3o em 2021, enquanto a chikungunya teve um crescimento recente nos casos, j\u00e1 que ainda existe um n\u00famero grande de brasileiros suscet\u00edveis a essa terceira infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale notar que a eleva\u00e7\u00e3o do numero de pacientes acontece no Nordeste, mas tamb\u00e9m come\u00e7a a avan\u00e7ar por outros locais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>&#8220;Os casos de chikungunya v\u00eam aumentando em regi\u00f5es que foram poupadas anteriormente, como o Estado de S\u00e3o Paulo, que enfrenta desde o in\u00edcio de 2021 a primeira transmiss\u00e3o mais importante dessa doen\u00e7a&#8221;, aponta.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Falc\u00e3o observa que, em terras paulistas,&nbsp;a regi\u00e3o da Baixada Santista acumula cerca de 97% dos casos registrados e que isso evidencia&nbsp;&#8220;um potencial de dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a para as demais regi\u00f5es&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Neris acrescenta outros poss\u00edveis fatores que ajudam a entender o atual cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Precisamos considerar tamb\u00e9m a grande distribui\u00e7\u00e3o dos mosquitos&nbsp;<em>Aedes<\/em>&nbsp;pelas cidades brasileiras e um poss\u00edvel aumento na capacidade de testagem e diagn\u00f3stico dessa doen\u00e7a nos \u00faltimos anos&#8221;, lista o virologista.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m precisamos de novos estudos para verificar se o v\u00edrus da chikungunya n\u00e3o passou por muta\u00e7\u00f5es ou adquiriu uma capacidade de se transmitir mais facilmente. Essa possibilidade por enquanto n\u00e3o passa de especula\u00e7\u00e3o, mas ela tamb\u00e9m precisa ser averiguada&#8221;, complementa.<\/p>\n\n\n\n<h2>O que fazer agora?<\/h2>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o dos especialistas, existem ao menos quatro grandes eixos estrat\u00e9gicos que podem ser refor\u00e7ados para conter os casos de chikungunya nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O Governo Federal precisa incrementar ainda mais a capacidade de testagem e vigil\u00e2ncia, monitorar os indiv\u00edduos com suspeita de infec\u00e7\u00e3o e oferecer tratamento de acordo com os sintomas&#8221;, cita Neris.<\/p>\n\n\n\n<p>A BBC News Brasil entrou em contato com o&nbsp;<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/ministerio-da-saude\/\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/a>&nbsp;para obter um posicionamento a respeito do aumento de casos de chikungunya e quais medidas est\u00e3o sendo tomadas, mas n\u00e3o foram enviadas respostas at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o desta reportagem.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;J\u00e1 estados e munic\u00edpios devem refor\u00e7ar as medidas para controlar o vetor da doen\u00e7a, o mosquito&nbsp;<em>Aedes<\/em>. Isso envolve a aplica\u00e7\u00e3o de larvicidas e inseticidas, a cria\u00e7\u00e3o de for\u00e7as-tarefa para eliminar criadouros e o trabalho dos agentes de sa\u00fade, que batem na casa das pessoas para passar as orienta\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o&#8221;, aponta o virologista.<\/p>\n\n\n\n<p>A ci\u00eancia tamb\u00e9m tem muito a contribuir com novas solu\u00e7\u00f5es contra a chikungunya, como vacinas e tratamentos antivirais. Infelizmente, as pesquisas nessa \u00e1rea andam devagar: de acordo com o site ClinicalTrials.Gov, que re\u00fane informa\u00e7\u00f5es sobre testes cl\u00ednicos com novos produtos, existem apenas sete estudos ativos que buscam um imunizante contra essa doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>A t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o, ocorrem atualmente 534 pesquisas sobre vacinas contra a Covid-19.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Nesse sentido, um campo que tem avan\u00e7ado bastante \u00e9 a inocula\u00e7\u00e3o da bact\u00e9ria&nbsp;<em>Wolbacchia<\/em>&nbsp;no&nbsp;<em>Aedes aegypti<\/em>. Quando presente dentro desse mosquito, esse micro-organismo impede que os v\u00edrus da dengue, do zika, do chikungunya e da febre amarela urbana se desenvolvam, contribuindo para redu\u00e7\u00e3o dessas doen\u00e7as&#8221;, aponta Falc\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As pesquisas que avaliam essa estrat\u00e9gia est\u00e3o em andamento (inclusive no Brasil) e trouxeram resultados promissores nos \u00faltimos meses.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, existe a responsabilidade individual na preven\u00e7\u00e3o de chikungunya e das outras enfermidades transmitidas pelo&nbsp;<em>Aedes<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Vale fazer o uso do repelente, que \u00e9 efetivo para prevenir a picada do mosquito, que costuma estar mais ativo no in\u00edcio da manh\u00e3 e no final da tarde&#8221;, sugere a infectologista.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>&#8220;A popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m contribui ao eliminar os focos do mosquito nas resid\u00eancias. Basta verificar uma vez por semana todos os locais onde ocorre ac\u00famulo de \u00e1gua parada, que serve de criadouro&#8221;, aconselha.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Entre os poss\u00edveis dep\u00f3sitos, \u00e9 importante checar desde objetos grandes, como piscinas e caixas d&#8217;\u00e1gua descobertas, at\u00e9 espa\u00e7os mais apertados, como latas, tampas de garrafa pet, vasos de planta e os reservat\u00f3rios de l\u00edquidos da geladeira e do ar condicionado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fonte: G1<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com o \u00faltimo boletim epidemiol\u00f3gico publicado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, os casos de chikungunya aumentaram 31% no Brasil na compara\u00e7\u00e3o entre 2020 e 2021. At\u00e9 o dia 4 de dezembro deste ano, foram registrados 93,4 mil casos prov\u00e1veis da doen\u00e7a, causada por um v\u00edrus e transmitida pela picada do mosquito&nbsp;Aedes aegypti. 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